20 agosto 2010

Atividade 3.3 Produtos e Objetos do Portal do Professor

Práticas Pedagógicas e Mídias Digitais


Monteiro Lobato

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Inicial
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua escrita: prática de leitura
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: é uma maneira das crianças conhecerem um pouco do autor, de como ele confeccionava seus brinquedos usando os recursos que tinha em mãos, despertar o prazer para a leitura.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://br.youtube.com/watch?v=95cKeHNUtyI

Drummond e o jogo da pedra

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escrita e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: os jovens de hoje gostam de jogos, através desse jogo eles desenvolvem a atenção, sequência e ainda aprendem o poema desse autor tão importante da nossa literatura.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=79

Dom Casmurro

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escrita e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: é uma maneira do professor desperta o interesse dos alunos na obra, começando pelos personagens.
. http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=4

Ábaco

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Matemática
Tema: Sistema de numeração decimal
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: uma maneira lúdica de trabalhar com o sistema posicional decimal em forma de jogos.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,

Carta de intenções (viagens de leitura)

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: A apresentadora Luciene Fraga - diferencia o homem dos outros seres vivos por falar, ler e escrever. “Tudo que a gente faz na vida acaba virando letras, palavras escritas. A leitura é um meio de informação, distração, conhecimento e prazer. O vídeo ajuda a desenvolver o gosto e a importância da leitura
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/

No meio do caminho

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: Drummond nas novas tecnologias despertando para os acontecimentos da década de 80
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=80

Mudanças Ambientais Globais - As Mudanças Climáticas

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Ciências
Tema:
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: ótimo o material, a questão do aquecimento global e ecossistema incentiva e sensibiliza.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
http://www.hiperescopio.com.br/imagens/mag/versao_separada/13_as_mudancas_climaticas/13_as_mudancas_climaticas.html

A casa feia

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Inicial
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita
Tipo de recurso: áudio
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: despertar nas crianças o interesse em ouvir histórias narradas, desenvolvendo a criatividade e a imaginação para a construção de novas histórias.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,

Especial sobre pilhas

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Ciências Naturais
Tema: Tecnologia e sociedade
Tipo de recurso: áudio (Entrevista com o biólogo Cesar Pegoraro)
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: uma entrevista fantástica onde as crianças perguntam tudo a respeito das pilhas., seus componentes, contaminação ao meio ambiente e destino final após seu uso.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,


Linux Educacional

Vídeo – TV ESCOLA

Geografia – programa 1

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Geografia
Tema: Cidades Históricas
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: os materiais de geografia são excelentes recursos para enriquecimento das aulas. O texto é de fácil compreensão e as imagens são perfeitas. Vale a pena conferir!

História – programa 1

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Hisória
Tema: Era Vargas
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: é um material ótimo que leva os alunos num passeio pela história política do Brasil de forma singular e prática para seu conhecimento.


Arte - Volume III

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental
Componente curricular: Artes
Tema: Imaginário Portinari
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: a biografia e obra de Portinari, um vídeo riquíssimo em detalhes que certamente aguçara a curiosidade dos alunos. O pintor eterniza e enriquece o imaginário das crianças com o resgate das brincadeiras infantis retratadas em sua obra.

27 julho 2010

Atividade 3.1 Entrevista com Lucas Ciavatta

Reflexão sobre entrevista com Lucas Ciavatta


Lendo a entrevista com Lucas Ciavatta, evidenciamos que os TICs
podem e devem fazer parte da vida de qualquer profissional. É necessário apenas entusiasmo, dedicação e audácia. Afinal ferramentas têm, só é preciso aprender de que forma usá-la a nosso favor.
O bloco de Passos nos mostra como criar partituras de forma moderna, deixando o tradicional interagir com o novo, acrescentando na vida dos profissionais da área e nos fazendo refletir sobre a nossa prática pedagógica.

“Sozinho não se chega a lugar algum, porém em equipe o céu é o limite.”



Referências Bibliografias:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br
http://www.google.com.br/
http://br.youtube.com/watch?v=L3XlxbNxjqg ou http://www.opasso.com.br/

Atividade 2.9

Projeto Ensino Fundamental I
Cuidando de nosso entorno
Abre Campo, julho de 2010.
Elenice, Luana, Natália e Patrícia
Bloco de Conteúdo
Ciências Naturais
Conteúdo
Conservação

Objetivos

- Preservar os recursos naturais, possibilitando um desenvolvimento e interação social
- Consolidar conceitos de preservação ambiental dentro e fora do espaço escolar
- Segmento: Ensino Fundamental

METODOLOGIA

Tipo de pesquisa: estudo do meio ambiente que vivemos.
Procedimentos: entrevistas, questionários, atividades em aula, narrativas individuais e em grupo e trabalhos de analise do nosso entorno.
Público: Estudantes do 1° ao 5°ano da Escola Joaquim de Assis Rosa Município de Abre Campo.

Temas discutidos nos debates:

Trabalho englobando o Ensino Fundamental I - Conservação do nosso ambiente escolar

Para trabalhar a conservação do ambiente é necessário criar na escola um ambiente que envolva os professores de todas as disciplinas, alunos dos diferentes níveis e a comunidade.
Produção de Materiais pelos alunos: Promover fontes de pesquisa (sites, revistas, livros, reportagens...) para que cada grupo possa aprofundar e se atualizar frente aos problemas ambientais. Propor que colete-se, selecione-se e organize-se os dados obtidos na pesquisa.
Não podemos deixar de salientar para os nossos alunos que a exploração da natureza e utilização de seus recursos não são atos necessariamente destrutivos. O que os torna destrutivos ao meio é a maneira como é realizada, a relação entre a quantidade e o tempo efetivo em que ओकोर्रे é que gera o desequilíbrio.
Questionar:
Qual é o lixo que produzimos em nossa sala de aula? E em nossa escola? Como podemos conservar o nosso ambiente escolar? Devemos iniciar esse trabalho focando cada turma a sua respectiva sala de aula. Será que ao final do dia deixamos a nossa classe como a encontramos ao chegarmos à escola? O que podemos fazer para melhorar?
Essa observação direta e mobilização devem partir do entorno mais próximo do estudante (sala de aula) para o mais distante (banheiros, parques, refeitórios...). Criar campanhas de conservação dentro da sala de aula. Para isso podemos criar equipes que a cada semana deverão cuidar, informar, conscientizar os demais através de conversas, cartazes, ações... Todos os problemas descobertos e principalmente a solução que cada grupo (turma ou série) encontrar deverá fazer parte do painel apontado na etapa 3 e também divulgados por cada professor às demais séries. Uma vez conseguido sanar a conservação do ambiente da sala de aula, cada professor deverá ampliar o raio de ação de seus alunos de modo que cada equipe (turma/série) se responsabilize em divulgar aos demais seu plano de ação.

AVALIAÇÃO

Observar a interação do aluno com o projeto. Verificar o desenvolvimento da ação positiva frente às propostas. Perceber a mobilização individual e coletiva para preservar e melhorar o seu entorno. Verificar se o aluno percebe que esse trabalho não se resume a uma iniciativa pontual. Observar se o painel criado reflete um posicionamento crítico em relação às propostas. Avaliar se o aluno, tendo realizado várias atividades em pequenos grupos de busca de informações em fontes variadas, é capaz de cooperar nas atividades de grupo e acompanhar as etapas do projeto.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O emprego de procedimentos baseados na do discurso do meio ambiente não são apenas aqueles que vimos nos meios de comunicação, mas sim o que vivenciamos em nosso cotidiano, leva a mudanças de comportamento dos alunos, tornando-os seres humanos mais ativos e solidários, integrados à nova tecnologia, conscientes de sua importância, críticos de suas falhas e preocupados com as consequências de seus
próprios atos

05 julho 2010

Atividade 2.8

Registro digital.

Acredita-se que a educação em si mesma tem de se transformar em uma atividade na qual a hora e o lugar não tenham importância. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN, as vivências emotivas e cognitivas tanto de fazeres quanto de análises do processo artístico teatral, deve abordar os componentes “artistas-obras-público-modos de comunicação” e suas maneiras de interagir na sociedade. E que a avaliação seja revista e reavaliada para um melhor desempenho de qualidade e de produtividade do conhecimento.

Os alunos tornaram-se mais amigáveis com seus colegas e professores. Ficaram mais atentos em aula e procuram ajudar os colegas sempre que possível. Colaboram no fortalecimento da amizade e respeito às regras de convívio na Escola. Na linguagem oral, consegue se expressarem com clareza e sequência lógica de ideias. Na linguagem escrita consegue ler e escrever palavras e frases simples. Na área do pensamento lógico não apresenta dificuldades, realizando com habilidade a adição e subtração.

A avaliação na Educação Infantil

A avaliação na Educação Infantil

• Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.

• O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa. Mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

• Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil, como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados", seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e transformação para o trabalho.

• Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.

• Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo, nos espaços de Educação Infantil:
Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico.
Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.

Observações e registros sistemáticos.
Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças, dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.
É real que, no dia-a-dia, o professor/recreador não consiga registrar informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.

Utilização de diversos instrumentos de registro.

Para darmos espaço à variada expressão infantil, arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e portfólios podem ser utilizados como instrumentos de registro de desenvolvimento.
O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu desenvolvimento.
Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.

Construção de um olhar global sobre a criança

A fim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental buscar novos olhares:
- Recolhendo outras visões sobre ela.
- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola/creche.
- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola/creche diz.
- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança comportar-se de determinada forma na escola/creche.
- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento.


Fonte:www.multirio.rj.gov.br/portal/

Atividade 2.7

Avaliação do teatro do livro:
Menina Bonita do Laço de Fita


Avaliar a compreensão a seguência dos fatos ocorridos com os personagens, o envolvimento dos alunos com o teatro, a importância de valores e raça e finalizando trazer pro mundo real o imaginário, ver além do livro e da história,

04 julho 2010

Senhor

"Senhor dá-me serenidade para aceitar tudo aquilo que não pode e não deve ser mudado. Dá-me força para mudar tudo o que pode e deve ser mudado. Mas, acima de tudo, dá-me sabedoria para distinguir uma coisa da outra."

Escola é...

Escola é...

O lugar onde se faz amigos
Não se trata só de prédios,
Salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, GENTE.
Gente que trabalha que estuda, que se alegre,
se conhece,se estima.
O diretor é gente.
O coordenador é gente.
O professor é gente.
O aluno é gente.
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo,irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar.
Não é só trabalhar.
É criar ambiente de camaradagem.
É conviver, é se “amarrar nela!”
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
“Ser feliz!”
Paulo Freire




01 julho 2010

Atividade 2.7 Fotos do teatro do livro:Menina Bonita do Laço de Fita





Atividade 2.6 Planejamento de atividade com hipertexto ou internet no editor de textos

Educação Infantil e Ensino Fundamental
Projeto: Educação não tem cor.
Faixa etária: 4 a 10 anos

Objetivos
- Estimular o respeito à diversidade. - Formar cidadãos preocupados com a coletividade. - Incentivar o gosto pela leitura de histórias narradas. -Desenvolver habilidade de escrever frases a partir de gravuras. -Interpretar fatos da história a partir de perguntas sugeridas.

Tempo estimado
Um bimestre
Materiais necessários
Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera, livro, DVD da TV escola, televisão, computador, câmera fotográfica.


Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
No dia anterior a essa aula, mandar um bilhete pedindo aos alunos para trazer alguma foto de seus familiares (mãe, pai, avô, tia, etc.).




Desenvolvimento

Atividade 1
Reúna a turma em círculo para assistir o DVD de literatura da TV escola: Menina Bonita do Laço de Fita. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.


Estratégias e recursos da aula

Imagem disponível em:
http://www.toymagazine.com.br/images/livro_moca_bonita.jpg

Editora: ATICA 3
ISBN: 8508066392
ISBN 13: 9788508066391
Espec. : LITERATURA INFANTIL
BROCHURA
7 º Edição - 2000 24 pág.


MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA
(Ana Maria Machado)
Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas.
Ela ficava parecendo uma princesa das terras da África, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina à pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou: ¬
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu d ali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.
Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou: ¬
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, as avós e até com os parentes tortos. E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha.
Já se sabe afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia: - Conselhos da mãe da minha madrinha...
Texto disponível em:
http://contandoradehistorias.blogspot.com/2008/01/na-espera-menina-bonita-do-lao-de-fita.html

Momento 1
A professora, antes de apresentar o livro, iniciará a aula com uma conversa informal perguntando:
Com quem a gente se parece?
Todas as pessoas são iguais?
Mostrar a capa do livro "Menina bonita do laço de fita" e perguntar:
Quem será essa menina?
Como ela é?
Quais as suas características?
Como ela parece estar se sentindo?
Após explorar a capa do livro e ouvir o que as crianças tem a dizer a respeito das perguntas, fazer a leitura do livro, primeiro silenciosamente pelos alunos, depois em voz alta pela professora.
Momento 2
Trabalhar oralmente as características físicas da menina, associando às comparações do texto.
Em seguida, realizar a interpretação do livro:
Qual era a cor da pele da menina? Parecia com o que? Quem se lembra?
E o seu cabelo? O que sua mãe fazia nele?
Seus olhos se pareciam com o que?
Como era o coelho?
O que ele descobriu?
Qual a conclusão que o coelho chegou sobre a cor da pele da menina?
Por que os filhotes do coelho nasceram um de cada cor?
Deixar claro que cada um de nós tem suas características, oriundas de sua família. Sendo assim, somos únicos, diferentes, e isso torna cada um de nós especial.
Momento 3
Recolher as fotos trazidas pelos alunos e colar em grande cartaz dizendo:
Diferenças: não basta reconhecê-las é preciso valorizá-las.
A professora deve pedir que olhem o cartaz com as fotos e procurem em seus parentes alguma característica parecida com a sua. Havendo alguma foto ou criança negra na sala, a professora poderá ressaltá-la, dizendo das semelhanças com a menina da história.
Momento 4:
Para esse momento a professora deverá xerocar a ilustração abaixo e entregar as 3 imagens recortadas e embaralhadas para cada criança (1 cópia para cada um)


Imagem disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFuiGTQ5E_d7A2ghnioU1ogaSo9_B5BPvB9mw7bRs3c8Y30THWc6JqUM2eyvPhiF2BsKExk0Gtws-DKy13VWjKoX9kTPsQ236s6lKqoRTTWPCbwJyALlcr20Rb1auNDyZM4VdkeLmCyOxh/s1600-h/Nova+Imagem.png

Pedir para as crianças colarem na ordem (em uma folha ofício A4) as tentativas do coelho para conseguir ficar da cor da menina. Após a colagem, pedir que escrevam uma frase para cada cena.

Momento 5
Distribuir a seguinte atividade xerocada:

Imagem disponível em:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4bEc4tIlrrwT6XaECLaa7hjlh81I2tdHnhoIBLEXhGlOl_4wKfk8ASnwvHyXx388EUdK0nOh0CYofDAmk-1O__Va8ow3SPVt1Gzvo8OEkFVgDqRbULH2uGmHJxvwhIBY6du74WtqLfpJg/s1600-h/hist%C3%B3ria+144.jpg

Ler o enunciado com as crianças e explicar o que deve ser feito. Quando todas acabarem de fazer a correção no quadro, pedir:
Circule a primeira letra de cada palavra que forma o título do livro.
Pinte de azul (por exemplo) a última letra de cada palavra que forma




Avaliação
Observar o envolvimento e a participação dos alunos nas respostas às questões colocadas.
Avaliar se compreenderam a sequência dos fatos ocorridos com o personagem. (momento 4)
Observar se conseguem associar letra a número.
Analisar o progresso de escrita e a criatividade ao produzir frases (momento 5).
Anotar as conclusões das crianças para verificar o nível de compreensão da história e da importância de valorizar as diferentes raças.
Fonte: Portal do Professor

29 junho 2010

Atividade 2.3 – O que é hipertexto

Quando mais utilizo esse mundo digital, mais agilizo minha mente e o domínio dessa ferramenta e seus procedimentos. Tenho mais acesso ao conhecimento da sociedade e passo a ser uma observadora, ampliando cada vez mais meus horizontes.
O termo hipertexto designa um processo de escrita/leitura não-linear e não hierarquizada que permite o acesso ilimitado a outros textos de forma instantânea
Os links também conhecido como hiperlinks, por exemplo, possibilitam-me a capacidade de uma leitura dinâmica ligando-me a outro(s) documento(s) ou recurso(s). Propiciando-me muito mais que informação, um conhecimento amplo.
Entretanto é preciso está atenta para não esquecer o objetivo original da minha pesquisa deixando-me envolver apenas pelos inúmeros atrativos.

Atividade 2.2 - Navegação em Hipertexto sobre hipertexto

Atividade 2.2 - Navegação em Hipertexto sobre hipertexto

A palavra hipertexto tem sido usada nos dias atuais para textos ramificados e responsivos, onde o internauta tem acesso a mais informação ao clicar nos hiperlinks ou links, apartir daí um texto se liga a outros textos, isso graças ao filósofo e sociólogo Ted Nelson em 1965.
O sistema hipertexto mais conhecido é a World Wide Web, porém a idéia de hipertexto surgiu muito antes da internet, no século XVI e XVII através dos manuscritos e marginalia
Pesquisando diversas definições de autores sobre o termo hipertexto, pode-se dizer que o termo designa um processo de escrita/leitura não-linear e não hierarquizada e que permite o acesso ilimitado a outros textos de forma instantânea constituída a base da Internet. Em outras palavras, ao acessarmos um site, por exemplo, escolhemos o caminho que desejamos seguir e, ao clicar o mouse em determinadas frases ou palavras, novos textos nos saltam aos olhos. Esta estrutura textual permite que o leitor, ao escolher a seqüência de leituras, seja co-autor do texto.
As principais características do hipertexto: Intertextualidade, velocidade, precisão, dinamismo, interatividade, acessibilidade, estrutura em rede, transitoriedade, organização multilinear
. Na educação o hipertexto leva ao aluno a pesquisar, produzir testos e adquirir a construção do conhecimento de forma dinâmica e interagindo no mundo digital. Caracterizando o aluno como individuo antenado com seu tempo, e descobrindo que quase tudo é possível no mundo digital e que os obstáculos que encontramos podem ser ultrapassados com segurança, usando os hiperlinks a seu favor como forma de aprendizagem.
Pesquisa: Wikipédia Português - A enciclopédia livre

Atividade 2.1 – Apresentação sobre hipertexto, navegação em hipertexto

Ola colegas, o hipertexto foi uma nova descoberta de como usar a internet a meu favor. Navego por vários caminhos apenas com um simples click, a informação é clara e com isso ganho tempo, tiro minhas dúvidas e adquiro conhecimento.
Hipertexto é sem dúvida uma indispensável ferramenta que temos que aprender e aplicar no nosso cotidiano.

Atividade 1.7 Vantagens em se trabalhar com projetos

No final dos anos 80 a idéia de trabalhar com projetos, na Escola, passa a existir a partir da “tematização”. Fernando Hernandez defende o conceito de que o aluno aprende participando, adotando atitudes diante das situações, averiguando, estabelecendo novas considerações e informações, e escolhendo soluções adequadas para a resolução dos problemas. O ensino através de projetos de trabalho enfatiza o aspecto globalizador com atenção à resolução de problemas significativos. Situações problematizadoras são levantadas pelo educador, introduzindo novas orientações e propiciando descobertas de novos caminhos, norteando os alunos na compreensão dos significados, onde são possibilitados a fazer análise global da realidade, com isso os educandos constituem os seus próprios procedimentos. Os alunos apreendem o conceito de projeto para dar vida às suas idéias.
.
Qual a principal vantagem em se trabalhar por meio de projetos educacionais?
Impossível pensar o processo de ensino-aprendizagem sem múltiplas interações. O ensino formal, em que o aluno não participa e não interage em seu processo de construção do conhecimento, é algo mais do que questionável atualmente. Dessa forma, podemos citar, dentre várias vantagens dos projetos, a mais importante, que é a troca da passividade do aluno pela interação. Os projetos, com certeza, parecem suprir essa necessidade de fazer com que o aluno rompa com sua passividade e interaja de diferentes maneiras em todas as etapas de sua execução.
Existem regras básicas que devem fazer parte de qualquer projeto, independentemente do tema tratado?
Acredito que sim. De certa forma, nossos alunos ainda não estão acostumados com a autonomia, e, nos projetos, precisamos trabalhar com essa questão. Se não estabelecermos como primeira regra contar aos nossos alunos o que é um projeto e como se trabalha com o ato de projetar, eles terão a sensação de que estão “perdidos”, pois não existe, no projeto, o professor dirigindo e ditando as tarefas, as atividades, a cor da caneta, a forma da maquete, o tipo de cartaz, etc. Entendido primeiramente o que é um projeto e qual o seu papel dentro dessa dinâmica, as regras seguintes são aquelas relacionadas às etapas de um projeto, que são norteadoras para seu planejamento, execução, depuração, apresentação e avaliação.


A interdisciplinaridade ou a multidisciplinaridade é um requisito essencial de qualquer projeto?
Seria se todos os projetos fossem interdisciplinares. Na prática, um projeto pode iniciar com apenas um professor de uma única disciplina tratando de um determinado conteúdo programático. No decorrer do projeto, conforme interesses e necessidades, outros professores e outras disciplinas podem interagir com o projeto em questão e, dependendo da forma, a multi ou a interdisciplinaridade poderão acontecer espontaneamente. De nada adianta a escola estabelecer como tema único para todas as séries e professores que o projeto desse bimestre será “Brasil 500 Anos” (ainda bem que já acabou esse modismo); um tema único de um projeto para toda escola não garantirá necessariamente a prática da interdisciplinaridade. Já presenciei inúmeros projetos que iniciaram em uma única disciplina e depois abrangeram outras, por necessidade e interesse de alunos e professores, assim como projetos de temas únicos em escolas que pretendiam praticar a interdisciplinaridade e, no final, cada professor trabalhou o tema de forma isolada.
Qual a relação entre projetos e temas transversais?
Embora isso não seja uma regra, os projetos, na prática, têm ocorrido em um determinado período letivo. Por exemplo: no primeiro bimestre ou no segundo semestre, etc. Dessa forma, um projeto temático não vai contemplar necessariamente o ano letivo inteiro. Quando nos referimos aos temas transversais, esperamos que, na prática, esse tema seja abordado, se possível, durante todo o ano letivo e por todos os professores. Espera-se que essa abordagem seja realizada pelos professores de forma sutil, incorporada ao seu conteúdo. Não podemos imaginar um tema transversal sendo tratado como um “caroço”, ou seja, no meio do conteúdo, o professor dá uma parada, trata do tema transversal e depois volta a falar de seu conteúdo novamente, sem estabelecer nenhum tipo de relação. Fazendo uma metáfora, podemos imaginar uma disciplina como um bolo em que os conteúdos são seus ingredientes: a farinha, os ovos, etc. não aparecem isoladamente, mas sim na composição da massa. Imagine agora comer um bolo e encontrar um “caroço” de farinha! O tema transversal tratado de forma isolada do conteúdo tem essa mesma característica do “caroço” de farinha. Juntando essas situações, poderíamos questionar: é possível trabalhar os temas transversais com projetos? E a resposta seria sim, desde que contemplássemos as questões da forma (projeto) com a necessidade de abordagem (transversal).
Que conselhos o senhor daria ao professor que resiste a trabalhar com projetos e a quem está aderindo a esse trabalho pela primeira vez?
Não imaginar que o projeto é mais uma atividade que ele vai ter de fazer como tantas outras e que a escola está arrumando mais serviço para ele. No projeto, o professor não terá mais serviço, pois quem na realidade deve interagir e trabalhar são os alunos. O professor simplesmente deverá orquestrar essa atividade, mediando e facilitando suas etapas. Àquele professor que resiste a trabalhar com projeto, achando que terá mais serviço, eu aconselho estudar um pouco mais sobre o que é realmente um projeto, pois só assim perceberá que não é essa a proposta. Muitos resistem por causa dos conteúdos. Aconselho, nesses casos, que pensem então em trabalhar os conteúdos com projetos ou projetos dos conteúdos. Particularmente, acho que a resistência maior está no desconhecido e também na necessidade de ser mais flexível, já que é impossível trabalhar com projetos de forma rígida e inflexível. Num projeto, estamos abertos a tudo, pois projetar é uma referência ao futuro, que, em muitos casos, ainda é desconhecido.
Que atitude (ou mudança de atitude) o professor deve ter ao assumir um projeto?
Ele deve simplesmente ser mediador e facilitador de todas as etapas de um projeto. Nessa dinâmica, ele não dita regras nem conteúdos, mas, sim, orquestra a projeção de seus alunos.
Como encaixar o trabalho com projetos no cronograma apertado e no currículo rígido das escolas?
É difícil resolver essa questão, mas não impossível. Então, resta-nos questionar a forma de trabalho com esses conteúdos, bem como a real necessidade de alguns tópicos desses. De nada adianta ter um conteúdo programático “apertado” e o aluno aprender pouco de muito, ao passo que poderia aprender muito de pouco. Questiono particularmente não os conteúdos, mas, sim, a forma como são tratados. Tomando como referência os PCNs, verificamos que os conteúdos devem ser trabalhados de forma conceitual, procedimental e atitudinal. Na prática, o professor domina bem a forma de ministrar seus conteúdos conceitualmente. Mas como está trabalhando estes de forma procedimental e atitudinal? Uma boa saída para esses casos são os projetos, já que, ao projetar, os alunos demonstram atitudes e, ao executá-lo, trabalham com procedimentos.
Como despertar o interesse dos alunos se eles já estiverem acostumados à rotina de classes e disciplinas?
Começando aos poucos e devagar, de forma que eles rompam com esses “vícios” adquiridos. No primeiro momento, é complicado trabalhar com autonomia com quem sempre esperou a professora dizer de que cor era para pintar o céu. Volto a relembrar a regra básica que já mencionei, que é contar ao aluno o que é um projeto e como se trabalha com um projeto. Entendido qual é a proposta, duvido que eles prefiram ficar passivos dentro da sala de aula copiando textos e mais textos do quadro-negro do que trabalhar com autonomia, planejando e realizando aquilo que têm vontade e pelo que têm interesse.
É necessário haver classes específicas para os projetos? Ou, pouco a pouco, os projetos acabarão substituindo o ensino baseado em disciplinas?
Existe o ideal e o real. Hoje, o real é conseguir trabalhar com projetos dentro das disciplinas, junto com os conteúdos, e durante as aulas regulares. Espero que um dia consigamos chegar ao ideal, ou seja, o projeto englobando as disciplinas de forma integrada, sem haver a fragmentação das diferentes áreas do conhecimento. Algumas escolas já possuem uma “disciplina” chamada Projeto, que media todas as propostas das diferentes disciplinas. Aparentemente, o resultado parece ser interessante.
Como avaliar um projeto?
Existe a avaliação do projeto e das aquisições de conteúdos. Ao término da apresentação do projeto, considero como etapa final a avaliação, que na prática é uma sessão, mediada pelo professor, em que cada aluno faz sua auto-avaliação e autocrítica e, posteriormente, avalia e critica (com sugestões) os demais projetos. Como ferramenta de avaliação, podemos utilizar um “processofólio”, que é uma pasta em que cada aluno registra todas as ações, descobertas, planejamentos, atividades, rascunhos, interesses, etc. Esse instrumento acaba sendo um registro passo a passo de todo o processo do projeto em questão, bem como o registro da evolução que ocorreu durante a seqüência de realização dos diferentes projetos.
Pode-se dizer que um trabalho exclusivamente por projetos é mais eficaz?
Difícil afirmar isso. Mesmo sendo um apaixonado e partidário da utilização dos projetos, tenho de reconhecer que existem outras possibilidades de interação dos alunos e outros processos que auxiliam na aprendizagem. Posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que os projetos são uma das formas eficazes.
Na sua opinião, a Internet pode ajudar a execução de projetos? Como?
Pode e muito. Da mesma forma que trabalhamos com projetos em um espaço real de aprendizagem, também podemos trabalhar em um espaço virtual (ciberespaço) de aprendizagem. Os mesmos projetos que realizavam atividades em papel, isopor, cartolina, utilizando tintas, encenações, entrevistas gravadas em vídeo, etc., podem ser trabalhados com produção de documentos na Web. A diferença é que a apresentação final não necessariamente ocorrerá no espaço real (da escola), mas sim no ciberespaço, por meio de sites e home pages. Acho que a Internet não está sendo utilizada em todo o seu potencial. Muitos ainda a encaram como fonte de pesquisa e coleta de informações, esquecendo-se do rico arsenal de ferramentas de comunicação que podem propiciar um trabalho cooperativo. Dessa forma, os projetos podem ser trabalhados além das paredes da escola e por grupos distintos de diferentes regiões. Lentamente, as coisas estão caminhando para um trabalho no ciberespaço e, conseqüentemente, na colaboração da construção de uma inteligência coletiva. Percebe-se a preocupação de muitos professores em desvendar esses novos “mistérios”. Particularmente, tenho presenciado isso em uma das disciplinas (Internet Pedagógica) que leciono num curso de pós-graduação.
É válido que o professor recorra a projetos sugeridos em revistas ou sites, adaptando-os à realidade dos alunos, mesmo que ele tenha dúvidas sobre como criar projetos próprios?
Não acredito que modelos copiados surtam efeito de projetos, mas, sim, de atividades e tarefas solicitadas aos alunos. Para o professor que nunca trabalhou com projeto, admito até a possibilidade de copiar e utilizar uma ou duas vezes um “modelo”, mas a partir disso, vejo a necessidade de trabalhar na criação de projetos de forma coletiva, principalmente com seus alunos. Se projetar é sonhar, fica, então, a pergunta: Como poderei realizar “sonhos” de terceiros?
Sobre essas adaptações, um mesmo projeto pode se aplicar a todas as idades, apenas variando o grau de dificuldade, como sugeriu Brunner em seu “currículo espiral”?
Sim. Acredito que as adaptações de intensidade sobre um mesmo tema são fundamentais. Mas acho que proposto o tema e perguntado aos alunos quais seriam suas vontades, necessidades, interesses, etc., eles mesmo acabarão norteando a profundidade e abrangência do projeto. Dessa forma, creio que um tema único pode ser aplicado a diferentes faixas etárias, pois, em cada uma delas, surgirão naturalmente os diferentes interesses, variando conforme suas necessidades sobre a problemática proposta.
Muitos professores já fazem projetos sem saberem que o estão fazendo, outros o fazem apenas no papel (muitas vezes são obrigados a fazer). Qual a mudança necessária na formação de professores para que a pedagogia de projetos realmente faça parte da rotina de nossas escolas?
Para se praticar a dinâmica de trabalho com projetos, é necessário previamente estudar, ler e entender essa proposta de atuação em sala de aula. Acho que a falta de entendimento e compreensão está levando alguns professores à pratica de um modismo. Alguns professores estão praticando a dinâmica de projetos em sala de aula de forma equivocada, solicitando a seus alunos atividades planejadas por eles ou pela coordenação pedagógica da escola. Alguns esquecem que projetar é sonhar e que ninguém pode realizar o sonho do outro. Se for para sonhar na escola, que seja, então, um sonho coletivo da coordenação, dos professores e também dos alunos, pois, se não for dessa forma, os alunos estarão apenas realizando atividades que alguém propôs. Nesse caso, não estaremos trabalhando com projetos, estaremos apenas utilizando modelos e brincando de projetar.

Vantagens em se trabalhar com projetos:
Além de privilegiar os conteúdos acadêmicos, já que está é a maior preocupação da maioria dos professores, o trabalho com projetos ainda pode possibilitar o desenvolvimento de várias habilidades e competências, que são fundamentais nos dias de hoje para que o sujeito integre-se plenamente na sociedade. Peguemos, por exemplo, um dos segmentos da sociedade que é o mercado de trabalho, onde se espera que os colaboradores possuam: criatividade, espírito de liderança, facilidade em se comunicar, boas relações interpessoais, um bom equilíbrio emocional, flexibilidade nas ações e decisões, facilidade em aceitar desafios, etc.
Todas estas competências dificilmente serão desenvolvidas se forem trabalhadas apenas de forma conceitual. Já em uma dinâmica com projetos, o foco de trabalho é o procedimental que ainda pode gerar o atitudinal, portanto teremos maiores chances de propiciar situações que auxiliem o aprendiz no desenvolvimento destas competências;
Outro fator importante a se destacar é a possibilidade de propiciar múltiplas interações ao aprendiz, que em um projeto interage com o objeto de conhecimento, com seus colegas, com a comunidade e com todas as situações do processo de construção do conhecimento. Possibilidades estas bem diferentes da passividade que presenciamos nos alunos quando estão sentados assistindo uma exposição de conteúdos meramente conceitual;
Com os projetos ainda temos uma possibilidade de mediar situações que envolvam a questão da interdisciplinaridade, tão importante para acabar com a fragmentação e compartimentação existentes nos processos educacionais mais formais;
E talvez a mais importante das vantagens é fazer com que o aluno lide (e aprenda) com a resolução de problemas, já que um projeto nasce de um problema emergente em sala de aula, na comunidade, na sociedade, etc.
Da mesma forma que qualquer ser humano possui receio quanto ao novo, os alunos também agem desta forma com os projetos, pois ainda não sabem que ele pode propiciar uma autonomia de pensar, agir, descobrir, aprender, etc.
Como alguns projetos são apresentados como tarefas e valem notas, então “é melhor ficar sentado ouvindo a professora do que ter que fazer mais esta “tarefa”, pois pelo menos sentado e passivo não tenho tanto trabalho para entregar.”
O professor não tem mais o papel de detentor de todo o conhecimento, já que existe um problema o qual deve ser investigado, pesquisado e resolvido por todos os envolvidos, inclusive por ele próprio.
O Projeto abala a “comodidade” e “segurança” de entrar na sala de aula sabendo exatamente tudo o que vai acontecer, pois o exercício, o exemplo, a tarefa e até a piadinha que já foram planejadas previamente não serão mais utilizadas quando a aula possui uma perspectiva de resolução de problemas, de algo desconhecido por todos, até mesmo pelo professor.
Outra grande resistência diz respeito a imaginar que o projeto será um “serviço a mais”, pois além de todos os conteúdos, além de todos os afazeres pedagógicos, o professor ainda terá que fazer também o projeto. Enquanto não acreditarmos que o projeto pode estar a nosso serviço e não como “serviço a mais” ainda encontraremos algumas resistências em sua prática.


Pesquisa: internet

Atividade 1.6 Fichamento

“Gênero discursivo: Crônica”,

Professora; Eliane Cândida Pereira
Universidade de São Paulo - 2008

Gêneros Discursivos: narrativo, argumentativo, descritivo, injuntivo, dialogal.
Literatura – Estudos literários: análise e reflexão Literatura - Literatura brasileira, clássica e contemporânea: criações poéticas, dramáticas e ficcionais da cultura letrada।

A sugestão de aula “Gênero discursivo: Crônica”, da professora Eliane Cândida Pereira, da Universidade de São Paulo, trás como objetivo levar o aluno a refletir sobre o gênero discursivo Crônica. Através da leitura da crônica
“O lixo” de Luis Fernando Veríssimo e da análise de diversas crônicas. Mas poderia objetivar também, além da reflexão, levar o aluno a conhecer tal gênero discursivo através da interpretação e da compreensão da informação sobre o assunto, e demonstrar a construção do conhecimento através da produção textual.
As estratégias da aula como a apresentação do vídeo sobre a biografia do autor “Luis Fernando Veríssimo” me parecem relevantes para que o aluno possa contextualizar a informação “autoria” e até de certa forma, identificar-se com ela. Para daí aprofundar-se na leitura, que em grupo ou em duplas dinamiza o ato de ler e propicia ao aluno uma forma de expressão verbal com entonação adequada, tão necessária para a vida cotidiana. Onde inclusive, o professor poderá identificar as dificuldades e trabalhá-las. Quanto aos recursos, cabe ressaltar que a professora preocupou-se com a integração das mídias ao utilizar o laboratório de informática para a pesquisa sobre outras crônicas do autor, e também incentivou o uso de outras formas de mídia impressa, como dicionário, enciclopédia, e livros de teoria literária para suporte de informações a fim de teorizar o conceito de “Crônica”. Entretanto, a ideia da socialização do conhecimento poderia dar-se de outras formas, como utilizando-se os meios tecnológicos tais como um Blogue ou uma Wiki. Já o trabalho em grupo, que propicia a construção colaborativa do conhecimento, para que os alunos pesquisassem outras crônicas de outros autores, poderia ter como objetivo a construção textual. Modo pelo qual o professor poderia verificar se os alunos aprenderam realmente o assunto, identificando, compreendendo e representando o saber. E a finalização através de um Sarau, poderia ser mais abrangente se interpretada de
‘forma teatral, possibilitando outra forma de expressão e sendo compartilhada com outras turmas ou com a escola através dos blogues e wiks. Quanto à avaliação das atividades proposta pela professora Eliane, deveria incluir também uma autoavaliação. Processo pelo qual possibilita-se ao aluno o exercício da responsabilidade e da autonomia e do autoconhecimento, pois é ele que avalia o quanto aprendeu sobre o assunto estudado.


http://portaldoprofessor.mec.gov.br/showLesson.action?lessonId=937

Atividade 1.4 Tecnologias existentes na escola

A escola usa a tecnologia da televisão e do DVD onde os alunos aprendem através de filmes, documentários e aulas da TV escola, também o som é um recurso indispensável ás aulas de música, ensaio de eventos... O computador nela existente a mais tempo é usado pelos professores e setor administrativo para digitação em geral.
Os computadores chegaram a Escola Municipal “Dr. Sertório de Amorim e Silva a acerca de 20 dias como ainda não temos internet, procurei incentivar os professores a usarem em suas aulas os recursos já existentes como: vídeos, DVD-tvescola e vários programas neles existentes.
Eu como diretora dei o primeiro passo coloque os alunos em dias e horários diferentes diante do computador para conhecê-lo e trabalhar um pouco de acordo com a idade escolar de cada. Planejamos um horário para cada disciplina assim estamos começando a inserir o uso dessa tecnologia.
Meu objetivo é que chegando a banda larga o corpo discente e docente estejam familiarizados e como isso o caminho será longo, mas o primeiro passo foi dado.
Os alunos amaram muitos deles nunca tinham nem chegado perto de um computador. E como aprendem rápido pode observar que quanto mais jovens mais a facilidade de aprendizagem em compensação os professores possuem dificuldades
Que precisam ser sanadas com cursos de capacitação o mais possível.

Atividade 1.3 Educação e tecnologia

O acesso ao mundo digitalizado está começando a cada dia mais cedo, os nossos alunos antes mesmo de saberem ler e escrever estão nos jogos de games, manuseando o mouse, enviando torpedos... a tecnologia não é um bicho papão faz parte do seu cotidiano. “São os “nativos digitais” “e enquanto nós professores somos os” imigrantes digitais”.
Como isso precisamos nos adaptar à agilidade de pensamento e à velocidade do acesso à informação que esses “nativos digitais” possuem na forma de aprender.
Com essa nova mudança de hábitos as atividades de conhecimento estão aumentando, e os alunos do futuro não serão aprendiz e sim professores.
A escola precisa ser menos lecionadora e tornar-se organizadora de conhecimentos e articuladora dos diversos espaços e não somente. Mudar seu currículo. Recebemos muitas informações, mas é preciso direcioná-las e organizá-las.
A simples aquisição de equipamentos não vai resolver o problema do mau uso da tecnologia na escola. "O mais comum é a escola receber equipamentos, montar um laboratório e criar mais uma 'disciplina' de informática, o que é muito ruim. Em vez de incorporar as tecnologias como ferramentas de ensino, muitos professores continuam dando suas aulas de um jeito muito tradicional".
Há interesse e uma preocupação cada vez maior por parte dos educadores a respeito da presença do computador na escola. O interesse parece justificar-se pela possibilidade de novos caminhos para se alcançar uma melhoria da qualidade de ensino; a preocupação talvez fique por conta do desconhecimento da maioria dos professores de como se utilizar dessa tecnologia sem ser substituído por ela O professor sente-se motivado á novas tecnologias, entretanto não tem acesso, não consegue colocá-la em pratica em sala de aula é preciso de capacitação continua.