14 novembro 2010

Crônica - Fernando Sabino


Excelente crônica escrita por Fernando Sabino, mas quem é o gato afinal? O psicanalista, tão atencioso em sua análise ou o cliente que lhe conta seu sonho? Entre um e outro, o gato firma-se como símbolo da liberdade incondicional de sonhar।
O gato sou eu

- Aí então, eu sonhei que tinha acordado। Mas continuei dormindo.- Continuou dormindo.- Continuei dormindo e sonhando. Sonhei que estava acordado na cama, e ao lado, sentado na cadeira, tinha um gato me olhando.- Que espécie de gato?- Não sei. Um gato. Não entendo de gatos. Acho que era um gato preto. Só sei que me olhava com aqueles olhos parados de gato.- A que você associa essa imagem?- Não era uma imagem: era um gato.- Estou dizendo a imagem do seu sonho: essa criação onírica simboliza uma profunda vivência interior. É uma projeção do seu subconsciente. A que você associa ela?- Associo a um gato.- Eu sei: aparentemente se trata de um gato. Mas na realidade o gato, no caso, é a representação de alguém. Alguém que lhe inspira um temor reverencial. Alguém que a seu ver está buscando desvendar o seu mais íntimo segredo. Quem pode ser essa alguém, me diga? Você deitado aí nesse divã como na cama em seu sonho, eu aqui nesta poltrona, o gato na cadeira… Evidentemente esse gato sou eu.- Essa não, doutor. A ser alguém, neste caso o gato sou eu.- Você está enganado. E o mais curioso é que, ao mesmo tempo, está certo, certíssimo, no sentido em que tudo o que se sonha não passa de uma projeção do eu.- Uma projeção do senhor?- Não: uma projeção do eu. O eu, no caso, é você.- Eu sou o senhor? Qual é, doutor? Está querendo me confundir a cabeça ainda mais? Eu sou eu, o senhor é o senhor, e estamos conversados.- Eu sei: eu sou eu, você é você. Nem eu iria pôr em dúvida uma coisa dessas, mais do que evidente. Não é isso que eu estou dizendo. Quando falo no eu, não estou falando em mim, por favor, entenda.- Em quem o senhor está falando?- Estou falando na individualidade do ser, que se projeta em símbolos oníricos. Dos quais o gato do seu sonho é um perfeito exemplo. E o papel que você atribui ao gato, de fiscalizá-lo o tempo todo, sem tirar os olhos de você, é o mesmo que atribui a mim. Por isso é que eu digo que o gato sou eu.- Absolutamente. O senhor vai me desculpar, doutor, mas o gato sou eu, e disto não abro mão.- Vamos analisar essa sua resistência em admitir que eu seja o gato.- Então vamos começar pela sua insistência em querer ser o gato. Afinal de contas, de quem é o sonho: meu ou seu?- Seu. Quanto a isto, não há a menor dúvida.- Pois então? Sendo assim, não há também a menor dúvida de que o gato sou eu, não é mesmo?- Aí é que você se engana. O gato é você, na sua opinião. E sua opinião é suspeita, porque formulada pelo consciente. Ao passo que, no subconsciente, o gato é uma representação do que significo para você. Portanto, insisto em dizer: o gato sou eu.- E eu insisto em dizer: não é.- Sou.- Não é. O senhor por favor saia do meu gato, que senão eu não volto mais aqui.- Observe como inconscientemente você está rejeitando minha interferência na sua vida através de uma chantagem…- Que é que há, doutor? Está me chamando de chantagista?- É um modo de dizer. Não vai nisso nenhuma ofensa. Quero me referir à sua recusa de que eu participe de sua vida, mesmo num sonho, na forma de um gato.- Pois se o gato sou eu! Daqui a pouco o senhor vai querer cobrar consulta até dentro do meu sonho.- Olhe aí, não estou dizendo? Olhe a sua reação: isso é a sua maneira de me agredir. Não posso cobrar consulta dentro do seu sonho enquanto eu assumir nele a forma de um gato.- Já disse que o gato sou eu!- Sou eu!- Ponha-se para fora do meu gato!- Ponha-se para fora daqui!- Sou eu!- Eu!- Eu! Eu!- Eu! Eu! Eu!

Fique por dentro:

Fernando Tavares Sabino (Belo Horizonte, 12 de outubro de 1923 — Rio de Janeiro, 11 de outubro de 2004) foi um escritor e jornalista brasileiro.Durante a adolescência, foi locutor de programa de rádio e começou a colaborar regularmente com artigos, crônicas e contos em revistas da cidade, conquistando prêmios em concursos.No início da década de 1940, começou a cursar a Faculdade de Direito e ingressou no jornalismo como redator da Folha de Minas. Seu primeiro livro de contos, Os grilos não cantam mais, foi publicado em 1941, no Rio de Janeiro.
Tornou-se colaborador regular do jornal Correio da Manhã, onde conheceu Vinicius de Moraes, de quem se tornou amigo.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1944. Depois de se formar em Direito na Faculdade Federal do Rio de Janeiro em 1946, viajou com Vinicius de Moraes aos Estados Unidos da América, onde morou por dois anos em Nova Iorque.
O encontro marcado, uma de suas obras mais conhecidas, foi lançada em 1956, ganhando edições até no exterior, além de ser adaptada para o teatro. Sabino decidiu, então (1957), viver exclusivamente como escritor e jornalista. Iniciou uma produção diária de crônicas para o Jornal do Brasil, escrevendo mensalmente também para a revista Senhor.
Em 1960, Fernando Sabino publicou o livro O homem nu, pela Editora do Autor, fundada por ele, Rubem Braga e Walter Acosta. Publicou, em 1962, A mulher do vizinho, que recebeu o Prêmio Cinaglia do Pen Club do Brasil.
Em 1966, fez a cobertura da Copa do Mundo de Futebol para o Jornal do Brasil. Fundou, em 1967, em conjunto com Rubem Braga, a Editora Sabiá, onde publicou livros de Vinicius de Moraes, Paulo Mendes Campos, Otto Lara Resende, Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Clarice Lispector, entre outros.
Publicou o romance O grande mentecapto em 1979, iniciado mais de trinta anos antes. A obra, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti, e acabaria sendo adaptada para o cinema, com direção de Oswaldo Caldeira, em 1989, e também para o teatro. Em julho de 1999, recebeu da Academia Brasileira de Letras o prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.
Faleceu em sua casa em Ipanema (zona sul no Rio de Janeiro), vítima de câncer no fígado, às vésperas de seu 81º aniversário.

Proclamação da República


No final da década de 1880, vários setores políticos brasileiros se mobilizavam em favor da extinção da monarquia e a consolidação da República no Brasil. A essa altura, a desarticulação da ordem escravocrata determinava a queda de um dos mais significativos sustentáculos da monarquia. Além disso, o surgimento de novos atores políticos, ávidos em ampliar a sua participação, também expunha a fragilidade que acometia o governo imperial.Nessa época, os mais expressivos partidários do republicanismo se dividiam em três alas diferentes: militares positivistas, evolucionistas e revolucionários. Os militares positivistas acreditavam que a República seria um passo modernizante à vida política do país na medida em que o novo governo fosse conduzido por uma estrutura de poder centralizada nas mãos dos militares.Em contrapartida, os chamados evolucionistas, apoiados pelos cafeicultores paulistas, esperavam que o regime republicano instaurasse maiores liberdades políticas e não que o mesmo não fosse criado por meio de grandes agitações. Por fim, manifestando uma ala republicana minoritária, os revolucionários esperavam que o novo regime fosse inspirado na Primeira República Francesa (1792 - 1794), onde os populares tinham significativa participação.Por fim, entre tantas orientações, observamos que as alas militares foram responsáveis por uma transição política carente de qualquer apoio das classes menos privilegiadas. Não por acaso, o fim da monarquia brasileira não abriu caminho para que os velhos dilemas da exclusão social, política e econômica fossem finalmente colocados em questão. Formada por uma população miserável e inculta, a nação brasileira passou das mãos dos militares para as novas elites agroexportadoras.Se por um lado o progresso anunciado pela nossa nova bandeira se fazia sentir nos grandes centros urbanos, a maioria da população rural se mostrava presa ao poder reservado aos grandes proprietários. Entre outras garantias, a Constituição de 1891 vetou a ampliação dos direitos políticos ao determinar a exclusão dos analfabetos de qualquer processo eleitoral. Dessa forma, as enormes diferenças sociais e a precariedade do sistema de ensino pavimentavam o conservadorismo republicano.Por fim, observamos que a República Brasileira não se transformou em instrumento de diálogo entre as classes dirigentes do país e a grande massa de proletários rurais e urbanos। A ausência deste diálogo acabou sendo pedra fundamental para que uma série de revoltas colocasse em voga o enorme vão que separava o Estado e as maiorias que deveria de fato representar. As possíveis transformações do nosso sistema representativo foram lançadas ao esquecimento.


O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações onde visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas onde a opção republicana dava seus primeiros sinais. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia. Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado. Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão-de-obra escrava. Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agro-exportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as conseqüências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra. O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas idéias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei. No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional. A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República. O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi conseqüência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.



Hino do Exercito

PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

24 outubro 2010

Crônica

Eu, um copo descartável


“Estava eu, sozinho, a pensar, juntamente com os meus companheiros de fábrica e de produção de copos, que eu os conheci quando saímos da fôrma। Em minha pálida solidão e bastante angustiante, onde a qualquer momento tudo poderia mudar, claro, vai que chega por aí um humano e me tira do pacote de embalagem! – Esperava ainda a minha vez de ficar bem pertinho da boca do saco e ser entrelaçado pelos dedos humanos e ser beijado por lábios macios e com sede। Eu não tenho uma vida curta, como muitos humanos pensam, só porque sou um simples copo descartável. Eu ainda posso viver e muito no meio ambiente de vocês, humanos. Mesmo quando sou amassado, rasgado e jogado fora, ainda ficarei anos e anos no seu meio ambiente até eu ser totalmente decomposto. Assim, quando sou jogado no meio da rua, rebolado pelo vento e parando em qualquer canto de calçada, mesmo todo amassado e rasgado, tudo bem, pelo menos, nenhum humano me mordeu entre os dentes só para passar o tempo. Depois da surra que levei do vento e se já passaram as 6 horas da noite, agora posso descansar sossegado. Logo cedo, pela manhã, esperarei o gari com sua pá, e forçadamente, pegarei o meu expresso para o lixão e suas rodas tortas pelo uso. Viajarei por todo o dia, visitando lugares imundos, repugnantes e apertado, pois a cada parada, o expresso ficava mais lotado. Serei jogado fora mais uma vez, nesses locais apropriados e longe da sociedade que, vocês, humanos, chamam de lixão. Nesse meu pensar histórico, ficarei aqui, parado, por gerações da sua espécie humana. Alcançarei até a segunda geração de vocês, humanos, e daquele que me jogou na rua e me separou dos meus amigos do pacote e assim, vim parar aqui, no lixão. Serei morto (desgastado) aos poucos e vou apreciando o seu mundo sendo engolido, devastado pelo lixo e por milhares de parentes meus de plástico. Não que afirme isso por raiva ou fúria de vocês, humanos, mas pelo descaso que vocês mesmos fazem com o lixo. E mais, não tenho culpa se você me criou e depois não inventou uma forma de me reaproveitar. Depois, pense direitinho... Quem é descartável? (Eu, um copo de plástico) e quem tem uma vida curta?(Eu, um copo de plástico). Vocês humanos quase não chegam aos 100 anos! Eu sim, ultrapasso! – Desta forma, sempre serei uma história viva e um problema eterno para vocês e seu planeta, e serei capaz, junto com meus parentes, fundar uma nação de plástico. Desculpe-me se fui bem verdadeiro, mesmo assim, foi um prazer em te conhecer, mas fique sabendo, eu vivo mais do que você”.Conscientização plástica, o planeta precisa disso!
José Luiz Barbosa Júnior

Escola é...

Escola é...

O lugar onde se faz amigos
Não se trata só de prédios,
Salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, GENTE.
Gente que trabalha que estuda, que se alegre,
se conhece,se estima.
O diretor é gente.
O coordenador é gente.
O professor é gente.
O aluno é gente.
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo,irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar.
Não é só trabalhar.
É criar ambiente de camaradagem.
É conviver, é se “amarrar nela!”
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
“Ser feliz!”
Paulo Freire

Comportamento - Criança e adolescente

http://revistaescola.abril.com.br/crianca-e-adolescente/comportamento/como-lidar-brincadeiras-431324.shtml

Cartilha sobre o crime do bullying

http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/10/24/brasil3_0.asp

29 setembro 2010

Sete motivos para um professor criar um blog

Sete motivos para um professor criar um blog

A intenção é trazer para cá algumas das idéiasque a gente vê perdidas pelo mundo — real ou virtual(Blog de Nelson Vasconcelos)
Nesse mundo da tecnologia, inventam-se tantas novidades que realmente é difícil acompanhar todas as possibilidades de trabalho que elas abrem para um professor. Recentemente, surgiu mais uma: o blog.
Mas o que vem a ser isso? Trata-se de um site cujo dono usa para fazer registros diários, que podem ser comentados por pessoas em geral ou grupos específicos que utilizam a Internet. Em comparação com um site comum, oferece muito mais possibilidades de interação, pois cada post (texto publicado) pode ser comentado. Comparando-se com um fórum, a discussão, no blog, fica mais centrada nos tópicos sugeridos por quem gerencia a página e, nele, é visualmente mais fácil ir incluindo novos temas de discussão com freqüência para serem comentados.
Esse gênero foi rapidamente assimilado por jovens e adultos do mundo inteiro, em versões pessoais ou profissionais. A novidade é tão recente; e o sucesso, tamanho, que em seis anos, desde o início de sua existência, em 1999, o buscador Google passou a indicar 114 milhões de referências quando se solicita a pesquisa pelo termo “blog”, e, só no Brasil, aparecem 835 mil resultados hoje.
No mundo acadêmico, por sua vez, esse conceito ainda é praticamente desconhecido. O banco de periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) não apresenta nenhuma referência sobre o tema e, mesmo em buscas internacionais, são pouquíssimos os trabalhos a respeito do que se pode fazer com um blog nas escolas. Todas as referências encontradas estão no pé deste artigo.
Não é à toa que tantos jovens e adultos começaram a se divertir publicando suas reflexões e sua rotina e que tantos profissionais, como jornalistas e professores, começaram a entrar em contato com seu público e seus alunos usando esse meio de comunicação. No blog, tudo acontece de uma maneira bastante intuitiva; e não é porque a academia ainda não disse ao professor que ele pode usar um blog que essa forma de comunicação deve ser deixada de lado. Com esse recurso, o educador tem um enorme espaço para explorar uma nova maneira de se comunicar com seus alunos. Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria, de fato, criar um blog.
1- É divertido
É sempre necessário termos um motivo genuíno para fazer algo e, realmente, não há nada que legitime mais uma atividade que o fato de ela ser divertida. Um blog é criado assim: pensou, escreveu. E depois os outros comentam. Rapidamente, o professor vira autor e, ainda por cima, tem o privilégio de ver a reação de seus leitores. Como os blogs costumam ter uma linguagem bem cotidiana, bem gostosa de escrever e de ler, não há compromisso nem necessidade de textos longos, apesar de eles não serem proibidos. Como também é possível inserir imagens nos blogs, o educador tem uma excelente oportunidade de explorar essa linguagem tão atraente para qualquer leitor, o que aumenta ainda mais a diversão. O professor, como qualquer “blogueiro”, rapidamente descobrirá a magia da repercussão de suas palavras digitais e das imagens selecionadas (ou criadas). É possível até que fique “viciado” em fazer posts e ler comentários.
2- Aproxima professor e alunos
Com o hábito de escrever e ter seu texto lido e comentado, não é preciso dizer que se cria um excelente canal de comunicação com os alunos, tantas vezes tão distantes. Além de trocar idéias com a turma, o que é um hábito extremamente saudável para a formação dos estudantes, no blog, o professor faz isso em um meio conhecido por eles, pois muitos costumam se comunicar por meio de seus blogs. Já pensou se eles puderem se comunicar com o seu professor dessa maneira? O professor “blogueiro” certamente se torna um ser mais próximo deles. Talvez, digital, o professor pareça até mais humano.
3- Permite refletir sobre suas colocações
O aspecto mais saudável do blog, e talvez o mais encantador, é que os posts sempre podem ser comentados. Com isso, o professor, como qualquer “blogueiro”, tem inúmeras oportunidades de refletir sobre as suas colocações, o que só lhe trará crescimento pessoal e profissional. A primeira reação de quem passou a vida acreditando que diários devem ser trancados com cadeado, ao compreender o que é um blog, deve ser de horror: “O quê? Diários agora são públicos?”. Mas pensemos por outro lado: que oportunidade maravilhosa poder descobrir o que os outros acham do que dizemos e perceber se as pessoas compreendem o que escrevemos do mesmo modo que nós! Desse modo, podemos refinar o discurso, descobrir o que causa polêmica e o que precisa ser mais bem explicado ao leitor. O professor “blogueiro” certamente começa a refletir mais sobre suas próprias opiniões, o que é uma das práticas mais desejáveis para um mestre em tempos em que se acredita que a construção do conhecimento se dá pelo diálogo.
4- Liga o professor ao mundo
Conectado à modernidade tecnológica e a uma nova maneira de se comunicar com os alunos, o educador também vai acabar conectando-se ainda mais ao mundo em que vive. Isso ocorre concretamente nos blogs por meio dos links (que significam “elos”, em inglês) que ele é convidado a inserir em seu espaço. Os blogs mais modernos reservam espaços para links, e logo o professor “blogueiro” acabará por dar algumas sugestões ali. Ao indicar um link, o professor se conecta ao mundo, pois muito provavelmente deve ter feito uma ou várias pesquisas para descobrir o que lhe interessava. Com essa prática, acaba descobrindo uma novidade ou outra e tornando-se uma pessoa ainda mais interessante. Além disso, o blog será um instrumento para conectar o leitor a fontes de consulta provavelmente interessantes. E assim estamos todos conectados: professor, seus colegas, alunos e mundo.
5- Amplia a aula
Não é preciso dizer que, com tanta conexão possibilitada por um blog, o professor consegue ampliar sua aula. Aquilo que não foi debatido nos 45 minutos que ele tinha reservados para si na escola pode ser explorado com maior profundidade em outro tempo e espaço. Alunos interessados podem aproveitar a oportunidade para pensar mais um pouco sobre o tema, o que nunca faz mal a ninguém. Mesmo que não caia na prova.
6- Permite trocar experiências com colegas
Com um recurso tão divertido em mãos, também é possível que os colegas professores entrem nos blogs uns dos outros. Essa troca de experiências e de reflexões certamente será muito rica. Em um ambiente onde a comunicação entre pares é tão entrecortada e limitada pela disponibilidade de tempo, até professores de turnos, unidades e mesmo escolas diferentes poderão aprender uns com os outros. E tudo isso, muitas vezes, sem a pressão de estarem ali por obrigação. (É claro que os blogs mais divertidos serão os mais visitados. E não precisamos confundir diversão com falta de seriedade profissional.)
7- Torna o trabalho visível
Por fim, para quem gosta de um pouco de publicidade, nada mais interessante que saber que tudo o que é publicado (até mesmo os comentários) no blog fica disponível para quem quiser ver. O professor que possui um blog tem mais possibilidade de ser visto, comentado e conhecido por seu trabalho e suas reflexões. Por que não experimentar a fama pelo menos por algum tempo?
Antes de fazer seu próprio blog, vale a pena consultar as realizações de algumas pessoas comuns ou dos mais variados profissionais. Faça uma busca livre pela Internet para descobrir o que se faz nos blogs pelo mundo afora e (re)invente o seu!

Referências bibliográficas:
DICKINSON, Guy. Weblogs: can they accelerate expertise? Tese de mestrado em Educação da Ultralab, Anglia Polytechnic University, Reino Unido, 2003. Acesso em: 29 jul. 2005.
GENTILE, Paola. Blog: diário (de aprendizagem) na rede. Nova escola, jun./jul. 2004. Acesso em: 29 jul. 2005.
KOMESU, Fabiana Cristina. Blogs e as práticas de escrita sobre si na Internet. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos. Hipertexto e gêneros digitais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.
LEARNING and Leading with Technology. BlogOn, 2005. vol 32, n. 6.
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Plano de Plano de aula reelaborado


Tema: Resgatando o lúdico na educação infantil.
Objetivo: Fazer com que os alunos e comunidade interajam, com o novo da tecnologia e o velho das brincadeiras do passado.
Período de realização: 01 semana.


Sabendo da importância do brincar na educação infantil montamos um plano de aula com duração de uma semana com atividades lúdicas visando o a interação das brincadeiras antigas e as tecnologias.
No primeiro e segundo dia foi feito coleta, pesquisa e elaboração de todas as atividades.
Já no terceiro dia partimos para a execução.
Os alunos assistiram ao vídeo: A casa de ”Vinícius de Moraes” cantaram a música, a professora distribuiu folha com letra e pediu que eles circulassem a letra do seu nome, em seguida desenharam suas casas.
Na brincadeira de estátua, colocamos as crianças para dançar a música do DVD da Xuxa. Em um determinado momento, paramos a música e dizemos estátua. Nessa hora, todos permanecem na forma em que estavam. A professora vai até as "estátuas" e tenta fazer com que se mexam. Aquele que sorrir ou se mexer é eliminado do jogo. Após essa atividade a professora distribuiu uma folhinha com vários desenhos e pediu que os alunos colorissem somente os objetos que tem movimento
Pintaram a galinha usando a ferramenta do Tux Paint no Linux Educacional, depois cantaram a musiquinha “A galinha do Vizinho”.
Brincamos de telefone de latinhas e barbante, deixamo-los manusear uns celulares. Alguns alunos ficaram encantados com tanta tecnologia dentro do celular: fotos músicas, jogos e etc.
Tarefa - Pedimos que os pais compareçam na escola no dia seguinte para a culminância das atividades semanais. Apreciar as atividades dos filhos e participarem relatando e demonstrando algumas brincadeiras de sua infância.
As crianças cantaram as músicas trabalhadas, no karaokê, em seguida alguns pais apresentaram brincadeiras de suas infâncias.
Através das atividades as crianças ficaram estimuladas a curiosidade, a autoconfiança, desenvolvendo a linguagem oral e a expressão corporal de forma prazerosa. Usando as novas tecnologias às brincadeiras antigas tornaram-se mais atrativas fazendo com que os alunos interagissem encantados e fascinados com as atividades propostas.

Relato de projetos de trabalho



Resgatando o lúdico na educação infantil


1° Dia - Coleta de materiais e pesquisa
2° Dia - Elaboração do plano de aula. Separa o que seria usado durante a semana.

Participaram das atividades, 19 alunos com idades entre 04 e 05 anos do 3° período da Educação Infantil.

3° Dia - Vídeo: A casa
Vinícius de Moraes
Desenvolvimento - os alunos assistiram ao vídeo, cantaram a música, a professora distribuiu folha com letra e pediu que eles circulassem a letra do seu nome em seguida desenharam suas casas.
Os alunos interagiram bem com o tema proposto.

4° Dia - Estátua
Desenvolvimento – colocamos as crianças para dançar a música da Xuxa. Em um determinado momento, paramos a música e dizemos estátua. Nessa hora, todos permaneceram na forma com que se estavam. A professora vai até as "estátuas" e tenta fazer com que se mexam. Aquele que sorrir ou se mexer é eliminado do jogo.
Após essa atividade a professora distribuiu uma folhinha com vários desenhos e pediu que os alunos colorissem somente os objetos que tem movimento.
Os alunos ficaram felizes em realizar essa tarefa.

5° Dia - Pintar a galinha usando a ferramenta do Tux Paint no Linux Educacional, depois cantar a musiquinha – A galinha do Vizinho.
Os alunos ficaram fascinados em utilizar o computador na atividade.
6° Dia -Telefone sem fio
Depois de brincar de telefone de latinhas e barbante, deixamo-los manusear uns celulares.
Alguns alunos ficaram encantados com tanta tecnologia dentro do celular: fotos músicas, jogos e etc.
Tarefa - Pedi que os pais comparecessem na escola no dia seguinte para a culminância das atividades semanais. Apreciar as atividades dos filhos e participarem relatando e demonstrando algumas brincadeiras de sua infância.

7° Dia - As crianças cantaram as músicas trabalhadas no karaokê em seguida alguns pais apresentaram brincadeiras de suas infâncias.
Conclusão

Através das atividades as crianças foram estimuladas a curiosidade, a autoconfiança, desenvolvendo a linguagem e a expressão corporal de forma prazerosa.
Usando as novas tecnologias às brincadeiras antigas tornaram mais atrativas

Relato de experiências de uso de tecnologias no currículo.

Tudo ao nosso redor tem o uso das novas tecnologias, e ela na sala de aula ou na escola faz muita diferença. Os alunos ficam motivados e participam das atividades com muito mais atenção, pois o novo seduz! E, eles próprios mostram o caminho, um celular tocando na sala de aula, um fone no ouvido e outros...
Temos DVD, televisão, computador, som, tudo para aperfeiçoar nossas aulas. Lembre-se o mimeografo aposentou, nossas atividades são impressas numa impressora com uma rapidez de primeiro mundo e até tiramos xérox!
Mas isso tornou-se hábito agora o uso do editor de texto, da planilha, do video são novidades que também se tornarão hábitos.

Fotos: Projeto lixo



Gráfico: Destino do Povoado da Cachoeira do Livramento – Município de Abre Campo- professora Marisa
Apresentação do teatro:
“ Invasão de Lavado”

Adaptação e Apresentação da peça teatral “A Invasão de Lavado”da Escola Municipal Dr। Sertório de Amorim e Silva alunos do 8º ano do Ensino Fundamental
। Professora: Tatiely de Souza Marcolino। Disciplina: Língua Portuguesa.

Participaram no total 20 alunos entre 12 a 16 anos, sendo necessário o uso de figurinos ( macacão LIXO, duende, chapéu, bigode, colete de gostas, máscaras de animais, tiara flor gigante, peruca de curupira, almofada flor gigante)
Que foram adaptados aos personagens; outros figurinos estes confeccionados pelos alunos; livro didático adotado: Delmanto, Dileta - Português: Idéias & Linguagens, 7ª série / Dileta Delmanto, Maria da Conceição Castro. _ 12. ed.reforma._ São Paulo : Saraiva, 2005.; site: www.ufpel.edu.br/fae/paulofreire/novo/br/pdf/37.pdf; letra de música: Ivete Sangalo: Sorte Grande.
Etapa 1: Seleção de texto teatral;
Etapa 2: Adaptação; substituíram o narrador por ações e diálogos, indicaram e caracterizaram o cenário, indicaram o nome das personagens e descreveram suas ações e reações.
Etapa 3: Ensaio para que o participantes possam ficar bem seguros de suas falas; observar as falas para que possam ser pronunciadas de maneira clara e audível; a maneira de gesticular;

Peça teatral adaptada pelos alunos: “A Invasão de Lavado”

Cena: No alto da Mosquiteira, pertinho da cidade de Lavado, moravam “Dona” Sujona Cara de Bobona e Sujinha Cara de Bobinha. Elas queriam dominar a cidade mas... Até que um dia...

(Entram em cena Sujona carregando sua trouxa ou saco nas costas e Sujinha)

Sujona: Ah! Sabem quem sou eu? Sou “Dona” Sujona. Vou conquistar a cidade de Lavado.
Sujinha: Como? Fala, fala... Sujona Cara de Bobona.
Sujona: Preste atenção, Cara de Bobinha. A partir de hoje vamos morar em Lavado.
Sujinho: Só morar?
Sujona: Não. Vamos também dar várias ideias para o povo de Lavado.
Sujinha: Ah! Já sei, vamos ensinar a não beber água filtrada, a deixar lixo nas ruas e nas casas, a viver como nós na sujeira, e a não tomar banho.
Sujona: Isto mesmo.
Sujinha: Mas sozinhas vamos conseguir isto?
Sujona: Lógico que não, vamos chamar a turma lá de Sujinopolis para nos ajudar.
Sujinho: Quais?
Sujona: O Lixonildo, o Mosquitônio e o Verminho.
(Sujona chama cada um)
Lixonildo: Viva a sujeira!
Turma: Viva, viva, viva!
Verminho: Vamos atacar as águas que as pessoas tomam?
Turma: Vamos, vamos!
Verminho: Qual a doença que vamos transmitir a eles?
Mosquitônio: Hepatite.
Lixonildo: Meningite e esquistossomose.
Verminho: Muitos vermes.

(Sujona , Sujinha e toda a turma da sujeira sujam o palco com papéis)

Sujona: Assim, nós de Sujinópolis mudaremos para Lavado. Logo, logo, a cidade estará imundamente linda. Os animais soltos, lixos espalhados pelas ruas, o povo fraco e crianças barriguda.
Verminho: Oba! A cidade já é quase nossa, todos já estão fracos e tristes...
Lixonildo: É mesmo, logo, logo nós vamos mandar em Lavado, vamos ser os donos daqui.
(Todos saem)

(Entra Sapatonopé, calçado com uma grande botina, com expressão pensativa.)

Sapatonopé: Ainda me lembro de como era a cidade, limpinha, o povo forte e alegre.
É, os velhos tempos é que eram bons. Por que será que agora está tão ruim? Preciso descobrir a causa. Vou reunir com meus amigos.

(Sapatonopé chama seus amigos: D. Água Pura! Maria Vassoura!)

Sapatonopé: Precisamos trocar ideias e descobrir o motivo de tudo isso...

Duende: Ei! Psiu... Ei! Pode até parecer ficção mas, o problema é realidade, a responsável por toda essa sujeira é Dona Sujona e seus amigos, tomem uma iniciativa antes que o problema tome uma dimensão ainda maior.

D. Água Pura: (Feliz) Já sabemos a causa, o que vocês acham que podemos fazer para combate-la?
Maria Vassoura: Varrer as casas, quintais e ruas.
D. Água Pura: Vamos usar só água tratada em nossa casa, para tomar banho, aguar as hortas e fazer toda a higiene do lar.
“Seu Fossão: Vamos fazer a Operação Limpeza.

(A turma da limpeza recolhe os papeis, latas, enfim todo o lixo espalhado pela turma da sujeira, enquanto cantam a paródia : Música poeira de Ivete Sangalo)

Todos: A poluição está grande
Você tem que ajudar
A limpar toda a sujeira viver na poluição
Faz mal para o coração
Limpe essa sujeira

È feio o teu lixo
Em frente aos meus olhos
Causa cheiro ruim
O resto dos seus lixos
A poluição dos carros
Isso faz mal pra mim

Sujeira,sujeira, sujeira
Limpe essa sujeira (2x)

Sujou o nosso espaço
Poluindo o pedaço
Um fedo que não é brincadeira
Contaminando o espaço
Transformando o riacho
É varrer pra limpar a sujeira

(Refrão)

Verminho: Eu vou embora, não consigo viver nessa limpeza.
Lixonildo: Ih! Nesta cidade não temos mais vez.
Mosquitônio: Não podemos mais fazer maldade nenhuma! Vamos, vamos, antes que a turma da limpeza acabe com a gente.
(A turma da sujeira sai correndo)

(Entra a Turma da Limpeza)

Duende: Ei! Psiu, aqui... Será que vocês já olharam todos os cantinhos de Lavado?
Maria Vassoura: Vamos pegá-los.

Maria Vassoura: Vamos ensiná-los a viver na limpeza.
Água Pura: Não vai ser fácil, mas vamos conseguir! Vocês vão ver!

(A Turma da Limpeza se retira do palco levando “Dona” Sujona e Sujinha para limpa-las e trocar de roupas.)

Duende: Puxa! Essa Turma da Limpeza é muito legal! Vocês não acham? Mas estou curiosa para saber o que vai acontecer com Sujona Cara de Bobona. Imaginem a Sujona e a Sujinha Cara de Bobinha que vieram lá do Alto da Mosquiteira nas mãos da Turma Limpeza. Elas devem estar passando um mau pedaço. Bem feito! Elas são muito malvadas e só pensam em sujeira. Será que elas vão escapar da Operação Limpeza?

(Vozes vindas de outro lugar)

_ Banho não, Água Pura! Ai, ai, ai meu cabelo. Ninguém vai cortar minhas unhas! Não vou andar calçada.
Duende: Espere aí, minha gente, que vou dar um pulo lá para ver o que está acontecendo.
_Chiiiiiiiiii! A situação lá está complicada.
Sujona: Vocês se lembram de mim?

( Aparece a Sujinha, Bem limpa e bem arrumada)
Sujinha: Sujona Cara de Bobona! Não a estou reconhecendo!
Sujão: Você também está mudada. Ficou até mais bonita!
Sujinha: Sujão...
Sujão: Espere aí. Vamos fazer um trato. Meu nome é Limpona Cara de Bonitona, ta legal? E você , Sujinha, como se chama?
Sujinha: É, ainda bem que você perguntou. No tempo da sujeira, eu era chamada de Sujinha, mas agora meu nome é Limpinha Cara de Bonitinha.
Sujona: O que você está achando da nova vida?
Sujinha: Muito boa. É gostoso tomar banho todos os dias e escovar os dentes com aquele tantão de espuma.
Sujona: É mesmo. E anda calçada, cortar as unhas e pentear os cabelos. Fiquei mais bonita e agora gostam de mim.
Sujinha: Fiquei animado, parece que sou outra pessoa. Comecei a estudar, estou gostando muito e tenho vários amigos.
Sujona: Quem são seus amigos?
Sujinha: Ah! É a Turma da Limpeza.
Sujona: Pois então, somos todos amigos. Olha lá, eles estão chegando.

Turma da Limpeza: (cantando)A Turma da Limpeza
Onde chego fica limpo
Sujeira não tem vez
Ela vai para o xadrez
Ah! Ah! Ah!














Fotos: Projeto lixo

Oficina: Porta lápis e cesto de revista
Professora: Poliana


Confecção dos figurinos Professora:Tatiely

Oficina: tapete de retalho
Professora: Eloisa

Análise de experiências com projetos em sala de aula



Contribuições das Tecnologias

Na Escola Municipal “Dr. Sertório de Amorim e Silva”, desenvolvemos um trabalho com os alunos do 6° e 7° ano com a finalidade de conscientizá-los a respeito do Destino do lixo e seu reaproveitamento no Povoado da Cachoeira do Livramento.
O trabalho foi interdisciplinar, os alunos leram artigos coletados na internet, montaram um questionário, fizeram entrevistas nas casas, criaram um gráfico na planilha do Excel, adaptaram o teatro “Invasão de Lavado”, fizeram uma paródia com a música: Sorte Grande de Ivete Sangalo; confeccionaram porta lápis, cesto de revista com canudinhos. Foram usados (latinha de mocilon, caixinha de leite, caixa de folha contínua, revista, jornal, cola quente, cola branca, tesoura e sementes de eucalipto para decorar). O trabalho foi todo documentado e fotografado.
Através deste trabalho desenvolvido na escola observei à motivação e interesse do corpo discente e docente, com isso a aprendizagem tornou-se eficaz e prazerosa. E conseguimos formar cidadãos ativos e participantes do meio em que vivem.








Possibilidades de Contribuições das Tecnologias

A integração do uso das tecnologias em minha prática pedagógica está sendo incrível, pois tenho superado barreiras a cada dia. Sinto-me motivada, com isso cativo alunos e muitos professores! O desafio de está aprendendo e inovando torná-me de novo uma estagiária cheia de ideias acreditando num futuro muito mais prazeroso na profissão que tanto amo.
As novas tecnologias vieram para inovar a prática pedagógica, dando ênfase aos processos de ensino, preparando os alunos para agirem numa sociedade cada vezes mais tecnológica. Não é ideologia é o mundo real.
Com entusiasmo, competência e motivação contagiaremos a todos.

Fotos: Projeto Nascentes













ATIVIDADE: 3.8

TURMA: Ponte Nova


Introdução

Trabalho realizado na Escola Municipal Dr. Sertório de Amorim e Silva – Povoado da Cachoeira do Livramento – Abre Campo
A pesquisa foi realizada com a turma de 7° ano, onde os alunos criaram apresentações no impress, utilizando fotos de uma pesquisa de campo realizada na nascente da Cachoeira do Livramento e nascente do rio Santana em Sericita.

“Pesquisa participativa”

_ Como os alunos se envolvem?

Os alunos ficaram entusiasmados

_ Os alunos conseguiram compreender o foco e a proposta da atividade?
Sim, o professor primeiramente apresentou um modelo de apresentação simples, feito por ele próprio.

A forma de apresentá-la foi clara para este grupo de alunos?
Foi perfeita, os alunos ficaram curiosos.

_ O que conseguem fazer e perceber?
Fazendo atividade passo a passo conseguem fazer e entender tudo que é pedido pelo professor.

_ Quais as dúvidas e dificuldades mais recorrentes?
Houve muitas dúvidas e dificuldades. A princípio acharam fácil depois tiveram problema em escrever o texto e colar as imagens.

_ Que coisas chegaram a descobrir e a fazer que não estavam previstas?
Tudo foi novidade.

_ De que forma se relacionam as duplas internamente?
Participativa, um ajudando o outro.

_ Mais disputa o uso da maquina ou mais colaboram para o andamento do trabalho?
O andamento do trabalho cada dupla queria fazer melhor.

_ As duplas colaboram umas com as outras?
Sim.

_ De que forma?
Através de conversas e troca de ideias
Ensinam, tiram dúvidas ou perguntam umas às outras?
Sim interage o tempo todo.

_ Em quais duplas de alunos os objetivos planejados formam atingidos?
Em toda cada uma do seu jeito.

_ Em quais não foram?
Nenhuma

_ Qual a proporção?
O aproveitamento foi de 100% a medida do que foi solicitado.
_ Que aprendizagens não previstas ocorreram com muitos alunos?
Nenhuma.
_ Que aprendizagens, descobertas ou criações especialmente interessantes e não previstas ocorreram com algum ou alguns poucos alunos?
A facilidade e tranquilidade que alguns têm de lidar com o computador.
_ Como foi à condução da atividade pelo professor? Foi de forma clara e objetiva.
_ Foi muito diretiva ou permitiu que a condução e o ritmo da ação fossem dados pelos alunos?
Foi diretiva, mas também permitiu que os alunos desenvolvessem no seu ritmo.
_ Os equipamentos funcionaram a contento?
Sim, de acordo com as expectativas.
_ Os programas, funcionaram a contento?

Sim, perfeitamente
।
QUESTIONÁRIO DOS PROFESSORES”
A proposta envolveu e animou os alunos?
Sim
Todos ou só alguns? Ou a nenhum?
Todos.
O que envolveu os alunos foi à atividade em si ou, o uso do laboratório de informática foi mais importante neste quesito?
A atividade, pois já frequentavam no laboratório.
Há alguma outra organização do grupo que possa fazer o trabalho acontecer de forma mais adequada do que a forma que ocorreu?
Foi excelente a forma que o professor dirigiu a atividade
Há alguma preparação do grupo de alunos que possa contribuir para o trabalho acontecer de forma mais adequada e interessante?
Creio que estava tudo de acordo com os pré-requisitos dos alunos.

Vocês ficaram satisfeitos com a atividade?
Muito satisfeito.
Que coisas puderam perceber quanto à forma de aprender de seus alunos?
Os alunos gostam de novidades, isso desperta seus interesses.
Esta atividade pode ser adaptada para outros contextos, para outras séries ou outras disciplinas? De que forma?
Sim. Mudando o assunto.
Pode envolver mais de uma disciplina?
Sim, todas.
A atividade seria mais interessante se envolvesse professores de outras disciplinas?
Sim.

O desenvolvimento da atividade e a forma como aconteceu com seus alunos, sugere algum desdobramento, alguma outra ação que decorra dela e possa ampliar seus ganhos?
Sim, ter mais atividade para resolução.

A partir do que foi anotado em sala, seria possível criar uma ficha de acompanhamento da atividade a ser preenchida pelos alunos ainda durante sua execução e, que reflita o seu processo ao longo dela?
Sim.
Conclusão

A atividade foi ótima os alunos ficaram motivados e com isso desempenharam muito bem o que foi solicitado pelo professor.
O lúdico ganha espaço na sala de aula com novas tecnologias e o professor se revela um artista, aplaudido pelos seus alunos. A educação torná-se ampla para ambas as partes educando e educador. E não centralizado apenas no conhecimento do professor.




20 agosto 2010

Atividade 3.3 Produtos e Objetos do Portal do Professor

Práticas Pedagógicas e Mídias Digitais


Monteiro Lobato

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Inicial
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua escrita: prática de leitura
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: é uma maneira das crianças conhecerem um pouco do autor, de como ele confeccionava seus brinquedos usando os recursos que tinha em mãos, despertar o prazer para a leitura.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://br.youtube.com/watch?v=95cKeHNUtyI

Drummond e o jogo da pedra

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escrita e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: os jovens de hoje gostam de jogos, através desse jogo eles desenvolvem a atenção, sequência e ainda aprendem o poema desse autor tão importante da nossa literatura.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=79

Dom Casmurro

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escrita e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: é uma maneira do professor desperta o interesse dos alunos na obra, começando pelos personagens.
. http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=4

Ábaco

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Matemática
Tema: Sistema de numeração decimal
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: uma maneira lúdica de trabalhar com o sistema posicional decimal em forma de jogos.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,

Carta de intenções (viagens de leitura)

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: A apresentadora Luciene Fraga - diferencia o homem dos outros seres vivos por falar, ler e escrever. “Tudo que a gente faz na vida acaba virando letras, palavras escritas. A leitura é um meio de informação, distração, conhecimento e prazer. O vídeo ajuda a desenvolver o gosto e a importância da leitura
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/

No meio do caminho

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita: prática de escuta e de leitura de textos.
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: Drummond nas novas tecnologias despertando para os acontecimentos da década de 80
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,
http://www.livroclip.com.br/index.php?acao=hotsite&cod=80

Mudanças Ambientais Globais - As Mudanças Climáticas

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Ciências
Tema:
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: ótimo o material, a questão do aquecimento global e ecossistema incentiva e sensibiliza.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
http://www.hiperescopio.com.br/imagens/mag/versao_separada/13_as_mudancas_climaticas/13_as_mudancas_climaticas.html

A casa feia

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Inicial
Componente curricular: Língua Portuguesa
Tema: Língua oral e escrita
Tipo de recurso: áudio
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: despertar nas crianças o interesse em ouvir histórias narradas, desenvolvendo a criatividade e a imaginação para a construção de novas histórias.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,

Especial sobre pilhas

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Ciências Naturais
Tema: Tecnologia e sociedade
Tipo de recurso: áudio (Entrevista com o biólogo Cesar Pegoraro)
Idioma: Português
Ordem de classificação: mais comentados

Comentário: uma entrevista fantástica onde as crianças perguntam tudo a respeito das pilhas., seus componentes, contaminação ao meio ambiente e destino final após seu uso.
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/,


Linux Educacional

Vídeo – TV ESCOLA

Geografia – programa 1

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Geografia
Tema: Cidades Históricas
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: os materiais de geografia são excelentes recursos para enriquecimento das aulas. O texto é de fácil compreensão e as imagens são perfeitas. Vale a pena conferir!

História – programa 1

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental Final
Componente curricular: Hisória
Tema: Era Vargas
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: é um material ótimo que leva os alunos num passeio pela história política do Brasil de forma singular e prática para seu conhecimento.


Arte - Volume III

Tipo de pesquisa: Ensino Fundamental
Componente curricular: Artes
Tema: Imaginário Portinari
Tipo de recurso: vídeo
Idioma: Português

Comentário: a biografia e obra de Portinari, um vídeo riquíssimo em detalhes que certamente aguçara a curiosidade dos alunos. O pintor eterniza e enriquece o imaginário das crianças com o resgate das brincadeiras infantis retratadas em sua obra.

27 julho 2010

Atividade 3.1 Entrevista com Lucas Ciavatta

Reflexão sobre entrevista com Lucas Ciavatta


Lendo a entrevista com Lucas Ciavatta, evidenciamos que os TICs
podem e devem fazer parte da vida de qualquer profissional. É necessário apenas entusiasmo, dedicação e audácia. Afinal ferramentas têm, só é preciso aprender de que forma usá-la a nosso favor.
O bloco de Passos nos mostra como criar partituras de forma moderna, deixando o tradicional interagir com o novo, acrescentando na vida dos profissionais da área e nos fazendo refletir sobre a nossa prática pedagógica.

“Sozinho não se chega a lugar algum, porém em equipe o céu é o limite.”



Referências Bibliografias:
http://portaldoprofessor.mec.gov.br
http://www.google.com.br/
http://br.youtube.com/watch?v=L3XlxbNxjqg ou http://www.opasso.com.br/

Atividade 2.9

Projeto Ensino Fundamental I
Cuidando de nosso entorno
Abre Campo, julho de 2010.
Elenice, Luana, Natália e Patrícia
Bloco de Conteúdo
Ciências Naturais
Conteúdo
Conservação

Objetivos

- Preservar os recursos naturais, possibilitando um desenvolvimento e interação social
- Consolidar conceitos de preservação ambiental dentro e fora do espaço escolar
- Segmento: Ensino Fundamental

METODOLOGIA

Tipo de pesquisa: estudo do meio ambiente que vivemos.
Procedimentos: entrevistas, questionários, atividades em aula, narrativas individuais e em grupo e trabalhos de analise do nosso entorno.
Público: Estudantes do 1° ao 5°ano da Escola Joaquim de Assis Rosa Município de Abre Campo.

Temas discutidos nos debates:

Trabalho englobando o Ensino Fundamental I - Conservação do nosso ambiente escolar

Para trabalhar a conservação do ambiente é necessário criar na escola um ambiente que envolva os professores de todas as disciplinas, alunos dos diferentes níveis e a comunidade.
Produção de Materiais pelos alunos: Promover fontes de pesquisa (sites, revistas, livros, reportagens...) para que cada grupo possa aprofundar e se atualizar frente aos problemas ambientais. Propor que colete-se, selecione-se e organize-se os dados obtidos na pesquisa.
Não podemos deixar de salientar para os nossos alunos que a exploração da natureza e utilização de seus recursos não são atos necessariamente destrutivos. O que os torna destrutivos ao meio é a maneira como é realizada, a relação entre a quantidade e o tempo efetivo em que ओकोर्रे é que gera o desequilíbrio.
Questionar:
Qual é o lixo que produzimos em nossa sala de aula? E em nossa escola? Como podemos conservar o nosso ambiente escolar? Devemos iniciar esse trabalho focando cada turma a sua respectiva sala de aula. Será que ao final do dia deixamos a nossa classe como a encontramos ao chegarmos à escola? O que podemos fazer para melhorar?
Essa observação direta e mobilização devem partir do entorno mais próximo do estudante (sala de aula) para o mais distante (banheiros, parques, refeitórios...). Criar campanhas de conservação dentro da sala de aula. Para isso podemos criar equipes que a cada semana deverão cuidar, informar, conscientizar os demais através de conversas, cartazes, ações... Todos os problemas descobertos e principalmente a solução que cada grupo (turma ou série) encontrar deverá fazer parte do painel apontado na etapa 3 e também divulgados por cada professor às demais séries. Uma vez conseguido sanar a conservação do ambiente da sala de aula, cada professor deverá ampliar o raio de ação de seus alunos de modo que cada equipe (turma/série) se responsabilize em divulgar aos demais seu plano de ação.

AVALIAÇÃO

Observar a interação do aluno com o projeto. Verificar o desenvolvimento da ação positiva frente às propostas. Perceber a mobilização individual e coletiva para preservar e melhorar o seu entorno. Verificar se o aluno percebe que esse trabalho não se resume a uma iniciativa pontual. Observar se o painel criado reflete um posicionamento crítico em relação às propostas. Avaliar se o aluno, tendo realizado várias atividades em pequenos grupos de busca de informações em fontes variadas, é capaz de cooperar nas atividades de grupo e acompanhar as etapas do projeto.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O emprego de procedimentos baseados na do discurso do meio ambiente não são apenas aqueles que vimos nos meios de comunicação, mas sim o que vivenciamos em nosso cotidiano, leva a mudanças de comportamento dos alunos, tornando-os seres humanos mais ativos e solidários, integrados à nova tecnologia, conscientes de sua importância, críticos de suas falhas e preocupados com as consequências de seus
próprios atos

05 julho 2010

Atividade 2.8

Registro digital.

Acredita-se que a educação em si mesma tem de se transformar em uma atividade na qual a hora e o lugar não tenham importância. De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN, as vivências emotivas e cognitivas tanto de fazeres quanto de análises do processo artístico teatral, deve abordar os componentes “artistas-obras-público-modos de comunicação” e suas maneiras de interagir na sociedade. E que a avaliação seja revista e reavaliada para um melhor desempenho de qualidade e de produtividade do conhecimento.

Os alunos tornaram-se mais amigáveis com seus colegas e professores. Ficaram mais atentos em aula e procuram ajudar os colegas sempre que possível. Colaboram no fortalecimento da amizade e respeito às regras de convívio na Escola. Na linguagem oral, consegue se expressarem com clareza e sequência lógica de ideias. Na linguagem escrita consegue ler e escrever palavras e frases simples. Na área do pensamento lógico não apresenta dificuldades, realizando com habilidade a adição e subtração.

A avaliação na Educação Infantil

A avaliação na Educação Infantil

• Observar e compreender o dinamismo presente no desenvolvimento infantil é fundamental para redimensionar o fazer pedagógico. Essa compreensão influenciará diretamente na qualidade da interação dos professores com a infância.

• O conhecimento de uma criança é construído em movimento de idas e vindas, portanto, é fundamental que os professores assumam seu papel de mediadores na ação educativa. Mediadores que realizam intervenções pedagógicas no acompanhamento da ação e do pensamento individualizado infantil.

• Ainda hoje, na prática cotidiana, é comum, não só na Educação Infantil, como nos demais níveis de ensino, os avaliados serem só os alunos. É necessário que a clássica forma de avaliar, buscando “erros” e “culpados", seja substituída por uma dinâmica capaz de trazer elementos de crítica e transformação para o trabalho.

• Nesse processo, todos – professores/recreadores, coordenação pedagógica, direção, equipe de apoio e administrativa, crianças e responsáveis – devem sentir-se comprometidos com o ato avaliativo.

• Para focar o olhar em como se avalia, sugere-se atenção aos pontos abaixo, nos espaços de Educação Infantil:
Análises e discussões periódicas sobre o trabalho pedagógico.
Estas ações são realizadas nos encontros periódicos. Elas fornecem elementos importantes para a elaboração e reelaboração do planejamento. Igualmente importante é dar voz à criança. Nesse sentido, a prática de avaliar coletivamente o dia-a-dia escolar, segundo o olhar infantil, traz contribuições fundamentais e surpreendentes para o adulto educador, ao mesmo tempo que sedimenta a crença na concepção de criança cidadã.

Observações e registros sistemáticos.
Os registros podem ser feitos no caderno de planejamento, onde cada professor/recreador registra acontecimentos novos, conquistas e/ou mudanças de seu grupo e de determinadas crianças, dados e situações significativos acerca do trabalho realizado e interpretações sobre as próprias atitudes e sentimentos.
É real que, no dia-a-dia, o professor/recreador não consiga registrar informações sobre todas as crianças do seu grupo, mas é possível que venha a privilegiar três ou quatro crianças de cada vez e, assim, ao final do período, terá observado e feito registro sobre todas as crianças.

Utilização de diversos instrumentos de registro.

Para darmos espaço à variada expressão infantil, arquivos contendo planos e materiais referentes aos temas trabalhados, relatórios das crianças e portfólios podem ser utilizados como instrumentos de registro de desenvolvimento.
O professor/recreador deve organizar um dossiê de cada criança, guardando aí seus materiais mais significativos e capazes de exemplificar seu desenvolvimento.
Também durante a vivência de um projeto de trabalho, cada grupo deve ter como meta a produção de um ou mais materiais que organize o conhecimento constituído acerca do assunto explorado. Assim sendo, o arquivo de temas é o dossiê do projeto realizado pelos grupos de uma mesma instituição.

Construção de um olhar global sobre a criança

A fim de evitar um ponto de vista unilateral sobre cada aluno, é fundamental buscar novos olhares:
- Recolhendo outras visões sobre ela.
- Contrastando a visão dos responsáveis com o que se observa na escola/creche.
- Conhecendo o que os responsáveis pensam sobre o que a escola/creche diz.
- Refletindo sobre o que a família pensa em relação aos motivos de a criança comportar-se de determinada forma na escola/creche.
- Ouvindo a família sobre como pensa que poderia auxiliar a criança a avançar em seu desenvolvimento.


Fonte:www.multirio.rj.gov.br/portal/

Atividade 2.7

Avaliação do teatro do livro:
Menina Bonita do Laço de Fita


Avaliar a compreensão a seguência dos fatos ocorridos com os personagens, o envolvimento dos alunos com o teatro, a importância de valores e raça e finalizando trazer pro mundo real o imaginário, ver além do livro e da história,

04 julho 2010

Senhor

"Senhor dá-me serenidade para aceitar tudo aquilo que não pode e não deve ser mudado. Dá-me força para mudar tudo o que pode e deve ser mudado. Mas, acima de tudo, dá-me sabedoria para distinguir uma coisa da outra."

Escola é...

Escola é...

O lugar onde se faz amigos
Não se trata só de prédios,
Salas, quadros, programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, GENTE.
Gente que trabalha que estuda, que se alegre,
se conhece,se estima.
O diretor é gente.
O coordenador é gente.
O professor é gente.
O aluno é gente.
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo,irmão.
Nada de ilha cercada de gente por todos os lados.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar.
Não é só trabalhar.
É criar ambiente de camaradagem.
É conviver, é se “amarrar nela!”
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
“Ser feliz!”
Paulo Freire




01 julho 2010

Atividade 2.7 Fotos do teatro do livro:Menina Bonita do Laço de Fita





Atividade 2.6 Planejamento de atividade com hipertexto ou internet no editor de textos

Educação Infantil e Ensino Fundamental
Projeto: Educação não tem cor.
Faixa etária: 4 a 10 anos

Objetivos
- Estimular o respeito à diversidade. - Formar cidadãos preocupados com a coletividade. - Incentivar o gosto pela leitura de histórias narradas. -Desenvolver habilidade de escrever frases a partir de gravuras. -Interpretar fatos da história a partir de perguntas sugeridas.

Tempo estimado
Um bimestre
Materiais necessários
Retalhos de tecidos de diversas cores e estampas, linha, agulha, botões, papel, lápis de cor e giz de cera, livro, DVD da TV escola, televisão, computador, câmera fotográfica.


Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
No dia anterior a essa aula, mandar um bilhete pedindo aos alunos para trazer alguma foto de seus familiares (mãe, pai, avô, tia, etc.).




Desenvolvimento

Atividade 1
Reúna a turma em círculo para assistir o DVD de literatura da TV escola: Menina Bonita do Laço de Fita. Peça que todos comentem. A roda de conversa pode ser aproveitada para debater eventuais conflitos gerados por preconceitos.


Estratégias e recursos da aula

Imagem disponível em:
http://www.toymagazine.com.br/images/livro_moca_bonita.jpg

Editora: ATICA 3
ISBN: 8508066392
ISBN 13: 9788508066391
Espec. : LITERATURA INFANTIL
BROCHURA
7 º Edição - 2000 24 pág.


MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA
(Ana Maria Machado)
Era uma vez uma menina linda, linda.
Os olhos pareciam duas azeitonas pretas brilhantes, os cabelos enroladinhos e bem negros.
A pele era escura e lustrosa, que nem o pelo da pantera negra na chuva.
Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laços de fita coloridas.
Ela ficava parecendo uma princesa das terras da África, ou uma fada do Reino do Luar.
E, havia um coelho bem branquinho, com olhos vermelhos e focinho nervoso sempre tremelicando. O coelho achava a menina à pessoa mais linda que ele tinha visto na vida.
E pensava:
- Ah, quando eu casar quero ter uma filha pretinha e linda que nem ela...
Por isso, um dia ele foi até a casa da menina e perguntou:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou: ¬
- Ah deve ser porque eu caí na tinta preta quando era pequenina...
O coelho saiu dali, procurou uma lata de tinta preta e tomou banho nela.
Ficou bem negro, todo contente. Mas aí veio uma chuva e lavou todo aquele pretume, ele ficou branco outra vez.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é o seu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou:
- Ah, deve ser porque eu tomei muito café quando era pequenina.
O coelho saiu d ali e tomou tanto café que perdeu o sono e passou a noite toda fazendo xixi.
Mas não ficou nada preto.
- Menina bonita do laço de fita, qual o teu segredo para ser tão pretinha?
A menina não sabia, mas inventou: ¬
- Ah, deve ser porque eu comi muita jabuticaba quando era pequenina.
O coelho saiu dali e se empanturrou de jabuticaba até ficar pesadão, sem conseguir sair do lugar. O máximo que conseguiu foi fazer muito cocozinho preto e redondo feito jabuticaba. Mas não ficou nada preto.
Então ele voltou lá na casa da menina e perguntou outra vez:
- Menina bonita do laço de fita, qual é teu segredo pra ser tão pretinha?
A menina não sabia e... Já ia inventando outra coisa, uma história de feijoada, quando a mãe dela que era uma mulata linda e risonha, resolveu se meter e disse:
- Artes de uma avó preta que ela tinha...
Aí o coelho, que era bobinho, mas nem tanto, viu que a mãe da menina devia estar mesmo dizendo a verdade, porque a gente se parece sempre é com os pais, os tios, as avós e até com os parentes tortos. E se ele queria ter uma filha pretinha e linda que nem a menina tinha era que procurar uma coelha preta para casar.
Não precisou procurar muito. Logo encontrou uma coelhinha escura como a noite, que achava aquele coelho branco uma graça.
Foram namorando, casando e tiveram uma ninhada de filhotes, que coelho quando desanda a ter filhote não para mais! Tinha coelhos de todas as cores: branco, branco malhado de preto, preto malhado de branco e até uma coelha bem pretinha.
Já se sabe afilhada da tal menina bonita que morava na casa ao lado.
E quando a coelhinha saía de laço colorido no pescoço sempre encontrava alguém que perguntava:
- Coelha bonita do laço de fita, qual é o teu segredo para ser tão pretinha?
E ela respondia: - Conselhos da mãe da minha madrinha...
Texto disponível em:
http://contandoradehistorias.blogspot.com/2008/01/na-espera-menina-bonita-do-lao-de-fita.html

Momento 1
A professora, antes de apresentar o livro, iniciará a aula com uma conversa informal perguntando:
Com quem a gente se parece?
Todas as pessoas são iguais?
Mostrar a capa do livro "Menina bonita do laço de fita" e perguntar:
Quem será essa menina?
Como ela é?
Quais as suas características?
Como ela parece estar se sentindo?
Após explorar a capa do livro e ouvir o que as crianças tem a dizer a respeito das perguntas, fazer a leitura do livro, primeiro silenciosamente pelos alunos, depois em voz alta pela professora.
Momento 2
Trabalhar oralmente as características físicas da menina, associando às comparações do texto.
Em seguida, realizar a interpretação do livro:
Qual era a cor da pele da menina? Parecia com o que? Quem se lembra?
E o seu cabelo? O que sua mãe fazia nele?
Seus olhos se pareciam com o que?
Como era o coelho?
O que ele descobriu?
Qual a conclusão que o coelho chegou sobre a cor da pele da menina?
Por que os filhotes do coelho nasceram um de cada cor?
Deixar claro que cada um de nós tem suas características, oriundas de sua família. Sendo assim, somos únicos, diferentes, e isso torna cada um de nós especial.
Momento 3
Recolher as fotos trazidas pelos alunos e colar em grande cartaz dizendo:
Diferenças: não basta reconhecê-las é preciso valorizá-las.
A professora deve pedir que olhem o cartaz com as fotos e procurem em seus parentes alguma característica parecida com a sua. Havendo alguma foto ou criança negra na sala, a professora poderá ressaltá-la, dizendo das semelhanças com a menina da história.
Momento 4:
Para esse momento a professora deverá xerocar a ilustração abaixo e entregar as 3 imagens recortadas e embaralhadas para cada criança (1 cópia para cada um)


Imagem disponível em: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFuiGTQ5E_d7A2ghnioU1ogaSo9_B5BPvB9mw7bRs3c8Y30THWc6JqUM2eyvPhiF2BsKExk0Gtws-DKy13VWjKoX9kTPsQ236s6lKqoRTTWPCbwJyALlcr20Rb1auNDyZM4VdkeLmCyOxh/s1600-h/Nova+Imagem.png

Pedir para as crianças colarem na ordem (em uma folha ofício A4) as tentativas do coelho para conseguir ficar da cor da menina. Após a colagem, pedir que escrevam uma frase para cada cena.

Momento 5
Distribuir a seguinte atividade xerocada:

Imagem disponível em:
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4bEc4tIlrrwT6XaECLaa7hjlh81I2tdHnhoIBLEXhGlOl_4wKfk8ASnwvHyXx388EUdK0nOh0CYofDAmk-1O__Va8ow3SPVt1Gzvo8OEkFVgDqRbULH2uGmHJxvwhIBY6du74WtqLfpJg/s1600-h/hist%C3%B3ria+144.jpg

Ler o enunciado com as crianças e explicar o que deve ser feito. Quando todas acabarem de fazer a correção no quadro, pedir:
Circule a primeira letra de cada palavra que forma o título do livro.
Pinte de azul (por exemplo) a última letra de cada palavra que forma




Avaliação
Observar o envolvimento e a participação dos alunos nas respostas às questões colocadas.
Avaliar se compreenderam a sequência dos fatos ocorridos com o personagem. (momento 4)
Observar se conseguem associar letra a número.
Analisar o progresso de escrita e a criatividade ao produzir frases (momento 5).
Anotar as conclusões das crianças para verificar o nível de compreensão da história e da importância de valorizar as diferentes raças.
Fonte: Portal do Professor